Meu amigo chinês




segunda-feira, 30 de julho de 2007

Numa noite artificialmente iluminada penso num chinês.
Penso nele com amor e devoção.
Um amor especial, diferente, puro.
Até parece que o chinês existe.
Talvez sim.
Ele é belo e sabe Kung-Fu e tem o dom da caligrafia.
Penso no chinês sorrindo,
contente.
Penso no chinês andando às margens do Yang-Tsé,
contemplando a beleza de suas águas históricas.
Penso no chinês como um amigo que não tive e nunca terei.
Penso nele com facilidade, com intensa paixão.
Penso no chinês de Ang Lee, voando nas copadas-verdes-árvores.
Penso no chinês operário do presente, pobre que luta.
Nesta noite iluminada artificialmente penso num chinês andando às margens do Yang-Tsé,
com um belo Sol pendurado no Céu, feliz e iluminado.
E eu sem luz, sem lua, triste...

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